O wingfoil usa uma asa inflável segurada com as mãos — sem barras ou linhas fixas como no kitesurf — para impulsionar uma prancha equipada com um foil submerso, que levanta a prancha acima da água em velocidade. O resultado é uma sensação de deslizar sem atrito, bem diferente do kitesurf tradicional.
Por não depender de um equipamento montado e lançado como a pipa, muita gente considera o wingfoil mais simples nos primeiros contatos, ainda que o equilíbrio sobre o foil tenha sua própria curva de aprendizado.
Em Fortim, parte do ensino de wingfoil é feito com apoio de lancha, o que permite ao instrutor acompanhar de perto e resgatar o aluno rapidamente em caso de queda — reduzindo bastante o tempo gasto nadando até a prancha, comparado a aprender sozinho.
A escola Pontal Wingfoil Evolution é dedicada ao esporte no Pontal de Maceió, e o mesmo operador que atende lancha e barco em Fortim também oferece aula de wingfoil com apoio na água.
O wingfoil se beneficia da mesma janela de vento forte que atrai o kitesurf para Fortim, entre julho e fevereiro. Fora desse período ainda é possível praticar em dias de vento mais moderado, mas com menos previsibilidade.
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