Três dias dão para conhecer a Barra do Fortim com calma, caminhar até o Pontal de Maceió, ver o encontro do Rio Jaguaribe com o mar e reservar uma tarde para um passeio — buggy nas dunas ou uma primeira aula de kitesurf, por exemplo.
É tempo curto para dar sorte com a maré em todos os pontos que dependem dela (as lagoas do Canto da Barra, a caminhada até o Farol, as grotas do Pontal). Vale conferir a tábua de marés antes de decidir qual dia fica para qual praia.
Com cinco dias, sobra espaço para um passeio de barco ou lancha pelo Rio Jaguaribe, além do essencial de três dias. É tempo suficiente também para experimentar mais de um bugueiro ou escola de kite, e para conhecer a gastronomia local sem repetir restaurante.
Essa é a faixa mais comum entre quem já pratica esporte de vento: dá para ter pelo menos três sessões de kitesurf ou wingfoil, mesmo contando com um dia de vento mais fraco.
Uma semana inteira permite reservar pelo menos um dia sem plano nenhum — só praia, rede e o ritmo lento que faz sentido num vilarejo de pescadores. É também tempo de sobra para repetir a praia favorita, testar a travessia de balsa pelo Rio Jaguaribe e provar mais de uma casa de gastronomia autoral do Pontal.
Para quem veio para o vento, sete dias praticamente garantem dias bons de kitesurf ou wingfoil mesmo que o tempo vire no meio da semana.
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